A TERRÍVEL FASE DOS 2 ANOS

1. Qual é a idade da birra?
A maioria dos pais afirmam que a maioria das birras são de 2 a 4 anos. É nessa idade que as crianças testam os limites dos pais e diante da frustração de um NÃO, choram, esperneiam, gritam, se jogam no chão. Tudo isso porque não aprenderam a lidar com essa sensação. Mas ela pode começar já aos 6 meses e só terminar aos 8! Muito depende do tipo de criação que a família vai dar e outro tanto da personalidade da criança. Caso seu filho ultrapasse os 6 anos ainda tendo ataques de birra constantes, é melhor procurar a ajuda de um especialista. Pode ser que ele esteja sofrendo com algum problema ou acontecimento recente. Mudança de casa, de escola, a morte de um parente querido ou de animal de estimação, a separação dos pais e até mesmo a falta de diálogo em casa podem atrasar o desenvolvimento da criança. Essa é uma das formas de ele pedir socorro.

2. Por que ela acontece?
Isso acontece porque as crianças ainda não têm maturidade suficiente para lidar com uma determinada frustração e acabam explodindo. Essa explosão vem em forma de choro incontrolável, gritos e aquela movimentação intensa difícil de conter. Na verdade, em algumas situações, as crianças estão testando o limite dos pais para descobrir até onde podem chegar. Outras vezes, a birra é apenas um pedido de ajuda inconsciente para lidar com um sentimento novo que é a frustração.

3. Dá para evitar?
Sim, porque o ataque de birra começa muito antes dos berros e do choro. É uma manha, um pedido que não pode ser realizado, um lugar muito agitado e cheio de gente ou sono, cansaço etc. Quando os primeiros sinais surgirem, é hora de negociar, levando em conta a idade da criança.

• Até 2 anos: se vir que o não vai magoar a criança, em qualquer situação, mude de ambiente para distraí-la e proponha uma brincadeira.

• Entre 2 e 4 anos: você foi ao shopping e seu filho cismou que quer um determinado brinquedo? Diga a ele para escolher para o aniversário ou para a próxima data festiva. Você também pode avisar que aquele é muito caro e sugerir um mais barato. Se não puder comprar, é melhor falar a verdade. Na hora de ir ao mercado, incentive seu filho a ajudar você para que não fique irritado por não se sentir útil. Pegar um produto na prateleira, segurar uma sacola bem leve, ajudar a observar preços são boas dicas.

SEMPRE: Não se esqueça de que tudo deve ser dito na linguagem que a criança entenda. Usar tom “de adulto” é cansativo, difícil e chato. E, claro, sempre conversar com a criança baixando até a altura dela.

4. Como lidar com o ataque?

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