CRÍTICA – MULHER-MARAVILHA

Lançamento: 1 de junho de 2017 (2H21M)
Direção: Patty Jenkins
Nacionalidade: EUA

O filme estreou dia 2 de junho e trouxe  junto com o sucesso tudo que a personagem representa: coragem, força, justiça e amor. O primeiro longa da princesa Diana, chegou as salas de cinema 75 anos após sua criação.

A primeira edição da história da Mulher-Maravilha saiu em dezembro de 1941, foi um sucesso de público. Criada pelo o psicólogo norte-americano William Marston. A princesa das Amazonas passou por diversos autores e teve diferentes abordagens, ela foi desde secretária – da primeira formação da Liga da Justiça, até uma espiã fashionista dona de boutique.

Existiam rumores de projetos sobre filmes da personagem desde 1996, mas muitos diziam que ninguém se interessaria em assistir filmes de heroínas nos cinemas, e as grandes responsáveis por essa ideia foram os filmes da Elektra (Marvel) e Mulher-Gato (DC).

Gostando ou não de Batman vs. Superman é praticamente impossível não perceber que a Mulher-Maravilha roubou nossas atenções por completo, com direito até a enquadramentos diferenciados que valorizaram a importância da personagem e uma trilha sonora especialmente para ela. Já estava hora da personagem feminina mais importante dos quadrinhos ganhar sua adaptação para os cinemas.

O enredo começa com Diana Prince relembrando suas origens depois de receber de presente uma foto dela junto com o grupo ao qual lutou lado a lado durante a Primeira Guerra Mundial. O roteiro é basicamente ela revivendo tudo até o momento que é entregue a fotografia, sua vida na mitológica ilha de Themyscira, passando por seu amadurecimento como guerreira e como mulher e heroína.

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