INFERNO

Produção: Brian Grazer
Gênero: Suspense/Policial
Minha avaliação: ★★★★

Sinopse: O simbologista Robert Langdon e uma médica viajam pela Europa para deter o plano de um lunático de disseminar um vírus mortal.

Hoje resolvi trazer uma crítica ao filme que assisti ontem 08/02/2017 à vocês. Não sei se vocês sabem, mas o Espírito Santo está passando por uma paralisação da Polícia Militar, e quase nada está funcionando no estado. Logo, quem estuda, não está tendo aula, quem trabalha, está sendo liberado mais cedo do serviço e a vida está tentando voltar a normalidade. Cansada de ficar em casa sem fazer nada – sim, não estou assistindo Netflix, não estou lendo –  resolvi baixar o Popcorn Time e comecei a assistir Inferno. 

Assim que comecei a assistir, confesso que fiquei meio confusa com relação à temática do filme, entretanto, me prendeu desde as primeiras cenas. Quando li o nome, pensei que se tratava de algum filme com uma temática apocalíptica, com confrontos, saques e tudo mais – porém me enganei. Percebi então que estava diante de um filme bem Anjos e Demônios – até porque, é do mesmo autor, haha.

Assistindo ao filme, me vi presa as cenas e a inteligência do simbologista Robert Langdon (interpretado por Tom Hanks). Logo de início, nos deparamos com ele acordando em um quarto de hospital, sem entender de fato o que estava acontecendo com ele, e pedindo assim explicações a médica responsável pelo caso, Sienna Brooks (Felicity Jones). Robert Langdon não lembrava de absolutamente nada o que havia acontecido nas últimas 48 horas. Misteriosamente ele é atacado por uma mulher que entra atirando no hospital e querendo acertá-lo. Com isso, Sienna resolve levá-lo até sua casa para ajudá-lo e tratar de seus ferimentos, e é na casa dela, que Langdon começa a lembrar de algumas coisas que lhe aconteceram – e até mesmo encontra um frasco que só pode ser aberto por digital. Ao abri-lo, percebe que está diante de um ”mapa” que dá início à uma busca incansável pelo universo do autor Dante Alighieri – Divina Comédia. 

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