“La La Land” e nossa busca por um amor verdadeiro

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City of Stars – Pasek and Paul

Cidade das estrelas/ Você está brilhando apenas para mim?/ Cidade das estrelas/ Há tanto que não consigo enxergar/ Quem sabe?/ Eu senti desde o primeiro abraço que te dei/ Que agora nossos sonhos/ Eles finalmente se realizaram/

Cidade das estrelas/ Apenas uma coisa que todos querem/ Ali nos bares/ E através da névoa dos restaurantes cheios/ É o amor Sim, estamos todos procurando pelo o amor de outra pessoa/ Uma adrenalina/ Um olhar/ Um toque/ Uma dança/

A expressão nos olhos de alguém/ Para iluminar os céus/ Para abrir o mundo e fazê-lo dançar/ Uma voz que diga, eu estarei aqui/ E você ficará bem/ Eu não ligo se sei/ Para onde eu irei/ Pois tudo o que eu preciso é desse sentimento louco/ Um turu-turu-turu no meu coração/ Acho que quero que isso permaneça/

Cidade das estrelas/ Você está brilhando apenas para mim?/ Cidade das estrelas/ Você nunca brilhou tanto/

Há quem ache que “La La Land – Cantando Estações” tenha sido superestimado demais, e há quem o tenha amado! Em meio a essas divergências de opiniões, acredito (e posso estar equivocada) que o sucesso feito pelo filme se dá justamente a isso: O não haver nada de surpreendente.

Sem enredo mirabolante, ou acontecimentos inesperados, o filme trouxe de volta o velho e bom romance clichê, no entanto, representou brilhantemente o amor em sua pureza e simplicidade: A primeira vez que as mãos se tocam, as coisas simples do cotidiano que nos lembram o parceiro (Como uma buzinada característica hauhaua), o conhecer os gostos e ter nossos gostos moldados também, e até as implicâncias básicas.

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