#EntrevistandoAutores – Lucinei M. Campos (O Mago Branco)

O entrevistado de hoje é o escritor Lucinei M. Campos! Para conferir a biografia dele, assim como a biografia dos demais autores participantes, basta clicar aqui.

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Lucinei M. Campos, ou O Mago Branco, como é conhecido, é professor e escritor de alma e profissão. Autor de Lavínia e a Árvore dos TemposLavínia e a Magia Proibida e Violeta não Sabe Amar.

Vamos conhecê-lo um pouquinho mais? 😉

Primeiramente, meus parabéns pela obra tão leve e, ao mesmo tempo, envolvente! Em segundo lugar, como você se descobriu escritor?

“Eu sempre amei criar.”, decretou o autor. “Quando mais jovem, cantava em uma banda com letras próprias, e antes disso, desenhava quadrinhos. Eu já era voltado para a criação e domínio que um autor julga ter sobre suas ideias. No entanto, eu comecei a escrever meu primeiro livro sério mesmo com uns catorze anos de idade, e levei 3 anos para acabar. Como ele ficou muito grande, só alguns fizeram a sua leitura. Mas, desde o momento em que tive o contato com a literatura, eu sabia que devia deixar algo como legado.”

Como surgiu a ideia principal para os livros da série com a personagem Lavínia? E de onde você tirou inspiração para criá-la?

“Desde o princípio, a ideia era brincar com o nosso folclore e as diferenças regionais do nosso país. Eu amei o Lorivaldo desde o início das primeiras páginas. Daí, veio o amadurecimento do projeto e algumas alterações necessárias para se adequar ao enredo e ao público, já que era uma história de fantasia com pitadas de humor e aventura. A inspiração, em primeiro lugar, veio de mim mesmo.”, revelou. “Sim, a Lavínia meio que sofre quase as mesmas coisas que eu sofri quando mais novo. Eu desejava ter poderes ou mesmo uma fada para me livrar dos garotos marrentos e perseguidores, e como não aconteceu, eu tive de criar em minha mente mesmo.”

Não pude deixar de notar que, na composição do livro “Lavínia e a Árvore dos Tempos”, a presença de elementos fundamentais da nossa cultura, como o folclore, por exemplo, foi algo bastante utilizado. Para você, por que é tão importante resgatar nossas raízes e passá-las adiante?

“Folclore é o conjunto de manifestações artísticas de um povo, um legado que não se pode perder, mesmo quando agregado a outros costumes e crenças.”, explanou, antes de prosseguir. “Recebemos informações e incorporamos outras culturas sem nem saber direito as que temos aqui. Eu adoro o nosso folclore e seus personagens. Há tantos que as mitologias grega e nórdica ficariam diminutas frente a eles. Com o passar dos anos, deixamos de explorar as lendas e histórias nacionais, permitindo que elas se percam ou se adaptem ao cotidiano, sem deixar rastros do que foi. Por essa razão, creio que seja algo de responsabilidade nacional preservá-las e repassá-las.”

Quais escritores mais te influenciaram em sua jornada como escritor?

Continue lendo em Devaneios da Lua 

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