Fui uma boa menina? – Resenha

Nestas páginas de diário, uma adolescente fora do comum escreve sobre seus dramas e conflitos familiares ao mesmo tempo corriqueiros e excepcionais, em uma narrativa envolvente, cheia de suspense e, claro, com o toque de fantasia. 
 
 
RESENHA

O conto começa com uma garota desabafando em seu diário, no qual, ela apelidou de “Roseud”.

“Sim! Resolvi apelidar você. Porque ‘querido diário’ é meio brega e eu já estava cansada. Acredito que até os diários mereçam um nome.”

Logo após, deparamos com a culparia e conflitos dela em relação a data festiva e a perda de alguém especial (Ainda não é revelado qual data ela se refere e qual pessoa).

“Se a gente conseguisse mudar o passado, não é, Roseud? Talvez eu só estivesse reclamando da data e não do fato de tê-la perdido.”

Na página a seguir, a garota chora ao se lembrar da suposta ausência do pai.
“Peço desculpas pelas lágrimas. Estou sempre borrando suas páginas e sei que você não gosta disso, mas é que não tenho mais controle.”

Chegando ao final do seu diário, ela desabafa falando de pessoas que fazem reuniões em suas casas para comemorar a tal data festiva.
“Para que ajudar ou paparicar uma pessoa estranha que nem pensaria em me agradecer depois?”

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