Resenha: O Conto da Aia, Margaret Atwood

I avoid looking down at my body, not so much because it’s shameful
 or immodest but because I don’t want to see it. I don’t want to look
at something that determines me so completely”.
[The Handmaid’s Tale, Margaret Atwood]
 
O Conto da Aia, da autora Margaret Atwood foi um livro que descobri num podcast sobre TV que escuto com frequência (o Spoilers Talk Show, que é super legal pra quem curte TV), porque o livro foi adaptado pelo Hulu para a serie “The Handmaid’s Tale”, cujo primeiro episódio foi ao ar 28 de maio.

Para a minha surpresa, uma feliz surpresa por sinal, quando terminei de ler o livro a Emma Watson anunciou o livro como sendo o escolhido para os meses de maio e junho do seu clube de leitura “Our Shared Shelf”.
Ok, tudo bem, Aline, mas de que se trata o livro?
O livro é uma distopia, cuja trama se passa no futuro após um grupo ter tomado controle de um país (eu imaginei sendo os EUA, por conta da situação política atual, mas infelizmente é aplicável a vários outros e nenhuma descrição é explícita, então dá margens a interpretações), e a República de Gilead é instaurada.
Essa nova “república” é governada por uma religião fundamentalista que controla o corpo das mulheres. O constante contato com radiação e o uso indiscrimando de químicos fez as taxas de fertilidade caírem drasticamente e as mulheres que são capazes de gerar bebês saudáveis são raridade. Algumas das mulheres que ainda são capazes de gerar vida são então alocadas ao posto de aias para os Comandantes da República de Gilead, cujas esposas são inférteis e sua função é ficarem grávidas e gerarem um bebê saudável.

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