BB King, CC Catch e ZZ Top: o que você não sabia

A música inspira a imaginação, conecta pessoas, promove encontros e, entre um acorde e outro, escutamos certas coincidências sonoras de tirar o fôlego. Não se trata de plágio de canções, mas sim de grandes artistas da cena musical que, além de exímios compositores, também souberam bolar nomes simples e comercialmente bem-sucedidos, como B. B. King, ZZ Top e C. C. Catch.

Conta-se que B. B. King, o rei do blues norte-americano, ainda nos anos 1940 mudou-se para a cidade de Menphis em busca de fama, tocando por moedas nas esquinas. Entretanto, sua sorte mudou para melhor quando passou a cantar em algumas rádios locais, onde seu lirismo notório no manejo do violão e seu timbre vocal inconfundível chamaram a atenção dos ouvintes. Conhecido por clássicos como “Three O’Clock Blues”, “Ten Long Years” e “Sweet Little Angel”, o nome artístico de King era originalmente Beale Street Blues Boy, mas a indústria fonográfica queria algo que soasse mais vendável. Então foi reduzido para Blues Boy King e, finalmente, abreviado para B. B. King, apelido com o qual tornou-se um ícone mundial de boa música e estilo marcante, inspirando vários outros artistas como Jimi Hendrix, Johnny Winter, Eric Clapton, George Harrison e… ZZ Top.

bb kingOs texanos Frank Beard, Dusty Hill e Billy Gibbons eram apenas alguns entre tantos admiradores da obra de B. B. King na cidade de Houston no final dos anos 1960. Porém, como as canções de blues rock compostas por Gibbons tinham fortes raízes no tradicional estilo do sul dos Estados Unidos e também muita irreverência, o grupo decidiu inventar um nome que, ao mesmo tempo, fizesse um trocadilho e prestasse homenagem ao ídolo – além de tornar fácil a localização nas prateleiras das lojas de discos. Então eles imaginaram o nome “ZZ King” que, para evitar confusões, foi posteriormente alterado para “ZZ Top”, já que, para Gibbons, o rei estava no topo. De qualquer forma, foi com este nome que o ZZ Top vendeu mais de 25 milhões de cópias de discos na América do Norte, sendo que somente o álbum “Eliminator”, de 1983, vendeu 10 milhões de cópias contendo os hits “Sharp Dressed Man”, “Got me Under Pressure” e “Legs”, cheios de guitarra e uma mistura inusitada de sintetizadores, típicos da época.

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