#DiaDasMãesQG – UM RELATO DE AMOR

Olá minhas pessoas leitoras! HAHAHA

Hoje eu vim contar um pequeno relato de amor ❤ Ownn!!

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Há 36 anos  (direto do túnel do tempo), nascia uma pequena garota gorduchinha. Sua pele morena , poucos fios de cabelo e uma disposição para chorar que Deus a abençoou. Poderia ser cantora lírica, pensavam. Não… é desafinada que doi os ouvidos rsrs.

A pequena menina nascia de nove meses e meio de gestação. Parece que o ventre materno lhe apetecia muito. Culpa da preguiça que a envolvia, da mordomia que era sujeita e do aconchego que a mãe sempre lhe dava.

Essa menina nasceu, chorosa e manhosa. Foi recebida por braços quentes e amorosos que a embalaram e protegeram durante o tempo em que esteve indefesa. Quando em casa, um belo ninho a esperava: quarto ornamentado, roupas confortáveis, carinho de mãe e pai, abraços familiares… Apesar da recente dispensa do pai no trabalho, nada dessas coisas afetaram o carinho e o afeto com que ela foi recebida e amada.

Alguns meses se passaram: ela foi crescendo, ao choro abundante somou-se uma certa habilidade com as palavras. Aos dez meses a pequenina, andava e falava como que querendo alcançar a maioridade! Vejam só! Nem um ano se contava de sua vinda à luz do dia !! De um meio dia e vinte e cinco minutos, diga-se!

Em tudo a mãe estava ali, com seus afazeres domésticos e a pequena garotinha falando e andando atrás dela, conversando sobre tantas coisas e perguntando tantas outras, que a mãe certamente precisaria de analgésicos constantes, não fosse o amor à ela devotado.lu4

Mais um tempo se passou e a garotinha já crescida, demonstrava sua altivez ao desejar ir à escola primária sozinha aos cinco anos ! Que menina mais tinhosa, podeis pensar. Talvez um desejo de independência e descobertas. Ao mesmo tempo que crescia determinada, as constantes crises de bronquite e alergias cutâneas ensinaram à ela que a vida não são só sorrisos, mas também lágrimas, por isso nasceu chorando, então ficava triste e abatida . Abatimento esse que durava um curto período, claro! Não pense, caro leitor, que a pequena guerreira se deixava abater assim! Não ! Pois os laços de amor e o colo da misericóridia  maternos sempre estiveram presentes a impulsionando a seguir em frente.

E a pimpolha cresceu, frequentou a escola sempre com notas boas, teve crises existenciais, passou a adolescência e o tempo das paixonites agudas e crônicas,  viveu dissabores familiares, perdas de entes queridos, duas fraturas nas pernas, relacionamentos mal-sucedidos, sonhos incontáveis , desejos altos, medos insólitos, anseios…Aprendeu e desaprendeu muitas coisas, viveu, sobreviveu, ultrapassou limites, desafiou leis… Asas nos pés, asas no coração, asas na voz…

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