Florzinhas de Gratidão, Dia das Mães e Presentes #DiaDasMãesQG

Genteeeeee!!!! As florzinhas de gratidão voltaram ao Facebook!!!! Eu simplesmente AMOOOOO aquelas margaridas subindo no meu celular. De verdade. Sou do time que torce para que Sr. Mark largue de bestice e “let the flowers free” para sempre. O ‘botão’ de Gratidão surgiu no ano passado, e fica floreando a tela dos usuários durante a semana que antecede o Dia das Mães, para que todos possam demonstrar gratidão por suas genitoras.

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Esse é meu terceiro dia das Mães: 2015 a Alice era recém nascida, e eu tava na fase trash do puerpério (MIGXS se vocês não sabem o que é isso, deixem nos comentários que eu explico melhor), e estava na loucura entre as novidades da maternidade, privação de sono e muito choro (tanto dela quanto meu kk). Ano passado a coisa já estava mais tranquila, a pequena já tinha 1 ano e as felicitações vieram de várias pessoas. Esse ano eu já estou me acostumando com o título, e achei engraçado meu pai me ligar para dar parabéns antes da data “pq vai levar a minha mãe para passear”.

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Fato que a maternidade nos muda muito. Damos muito mais valor a coisas que era comuns antes da cria: tomar um bom banho, comer comida quente (ou ainda, comer), ler um livro, ficar em silêncio. Hoje eu tenho platéia para fazer número 2, escrever para o blog com ela acordada é ter a certeza de acabarei deixando de lado a atividade para colocar “gatinhos fofos” na busca do Google imagens e rir junto com ela.

Ser mãe não tem nada a ver com as coisas que vemos na TV. Sabe aquela mãe linda, magra, com cabelos esvoaçante, unhas feitas, segurando seu bebê que sorri sempre (e nem deve fazer coco que vaze na fralda), que consegue cuidar da casa, do marido, da(s) criança(s), ainda trabalha fora, e está sempre radiante? Meu, nunca aconteceu aqui. (Aqui tem um post muitoooo bom sobre isso.)

Das coisas que a maternidade me ensinou é priorizar momentos. Nem sempre minha casa está arrumada, ou a louça está toda lavada. Mas eu luto, todos os dias, contra o meu toc de ter tudo no lugar, para rir de algo novo que a pequena aprendeu. Ou uma gracinha que vem me mostrar, ou de deixá-la dormir no meu colo depois do almoço (sim, colo faz muito bem sempre; e não, não ficará mimada por isso). Aprendi que um simples café com uma amiga, transforma o dia. Que ouvir alguém que precisa de um carinho faz muita diferença. Aprendi que sonhos existem para serem realizados, e deixá-los de lado é um desperdício de vida.

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