O DIA BIZARRO EM QUE EU “QUASE” DEI ADEUS AO MUNDO #STAG

 O post de hoje faz parte de um projeto do QG dos Blogueiros em parceria com o Swonkie e o Voozer. Assim que vi a proposta já pensei em participar de imediato mesmo que não soubesse uma história que é marcante na minha vida. Ao pensar em situações engraçadas lembrei logo do Dia Em Que Eu Quase Morri. Juro que se eu lembrasse da data exata faria ser um feriado na minha vida em que eu agradeceria por estar viva. A maior coincidência foi ver que uma das fotos para usar no post ilustravam quase que exatamente o acontecimento. Então presta atenção aí na historinha e tenta não rir!

Pra quem não sabe, eu sou de Pernambuco e a sensação do Recife é o parque de diversões bem topster (to pegando umas gírias que meu Deus) chamado Mirabilândia. Lembro que eu tinha uns 12 anos de idade quando fui pela primeira vez com a escola. Sim, levavam como “excursão” pra passar uma tarde no Mirabilândia no tempo de Halloween em que era bem típico de parques de diversões ter coisas com monstros e tal. A história que eu vou contar aconteceu na minha terceira vez no parque. Eu tinha uns 14 anos de idade quando fui para o Mirabilândia com a minha escola “nova” da época e claro que me juntei com umas amigas minhas para ir nos brinquedos mais badalados do parque. Nas outras vezes em que fui por lá, fiquei só nos básicos por medo absurdo de cair de um brinquedo hardcore – era o que tinha por lá. Uma pena que assim que coloquei os pés no lugar em um dia qualquer de 2013, minhas amigas me fizeram estrear o dia em um brinquedo que jurei de pés juntos que nunca iria. O tal Thunder. Pra você ter ideia de como é o Thunder, é só dar uma olhada na foto do post. É esse bendito brinquedo aí sendo que ele não ficava totalmente assim de cabeça pra baixo. Chegava a quase isso. Eu me tremi, pedi a Deus que eu não morresse naquele momento, e, me tremendo sentei na cadeira e comecei a rezar. O brinquedo começou a girar e eu segurava a proteção com a maior força que já fiz em toda a minha vida. Foi F#DA! Ele é bem aterrorizante de fora, mas lá dentro nem dá medo e é bem legal até. Depois dele eu estava preparada para todos os outros brinquedos, já que o Thunder era o pior e mais famoso. Pulando um pouco para o momento clímax da história: passava-se das 18:30 e as luzes do Mirabilândia brilhavam e brilhavam.
“Vamos no Thunder de novo?”
Assenti antes de raciocinar. Era de noite! Imagina ver Recife de cima à noite? Pulei pra fila enooorme e quilométrica e esperei por infinitos 20 minutos até ficar quase na catraca esperando a minha vez. Quando esse momento chegou eu já podia sentir a adrenalina na veia. Ir no Thunder de dia e de noite é uma experiência completa do pack de iniciante. Antes que a última rodada antes de mim parasse, senti um pingo no meu braço. Ignorei e continuei encarando o grande brinquedo girando láaa no céu. Outro pingo. Mais pingos. Sim, começou a chover. Grande coisa né? Bem, devo falar de uma conversa que tive com minha mãe no mesmo dia antes de sair de casa.
Mãe: Cuidado, sempre segure sua bolsa. Ligue pra mim qualquer coisa e pelo amor de Deus não vá em nenhum brinquedo se tiver chovendo que é extremamente perigoso.
A fala da minha mãe ecoou mil vezes na minha cabeça e o brinquedo já estava parando. A chuva estava fraca e refrescante. Todos comemoravam e eu só sabia pensar no que minha mãe disse. Não seria a primeira vez que eu daria uma de Chapeuzinho Vermelho e iria pelo caminho do Lobo Mau que ela disse que não era pra ir. A primeira vez tinha dado tão mal que eu pensei seriamente em sair da fila e arregar. Mas aí minha amiga me empurrou e eu passei pela catraca. A chuva continuava fraca, mas eu já tremia tanto de medo que nem sabia em qual cadeira da morte eu sentaria. Assim que me acomodei fiz questão de contar minha conversa para a amiga que estava do meu lado direito.
Amiga: Meu Deus! Será que dá algum curto? Tá engrossando e não dá pra desistir. Vamos rezar!

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