15 dicas pra você se tornar (ainda) mais poderosa

Eaí, pessu! Quem acompanha o blog deve ter percebido esse sumiço absurdamente longo e sofrido da pessoa que vos escreve, não?! Pois, sim! Ando na maior correria que já estive enfiada na minha vida, mas hoje a saudade daqui falou mais alto e tive que reservar (roubar rs) um tempinho pra prestigiar vocês com um presente.

A ideia desse top 15 surgiu lá trás no dia da Mulher, ganhou força no dia das Mães e hoje nasce como uma bela flor. E o que um tem a ver com o outro? Simples! São dias criados para enaltecer essa bela forma humana que nos é conhecida através do termo “mulher”. Não é preciso ser muito ligado nas notícias nem muito especialista pra saber que vivemos uma época de transformações e revoluções, especialmente em relação às minorias.

Os leitores mais presentes devem ter percebido já meu lado feminista e “ativista”, mas poucos podem ter percebido meu gosto pela justiça e pela equidade em todos os seus sentidos. E é por isso que hoje venho dar voz às mulheres!

Elas que são descriminadas, colocadas de lado e cobertas por uma série de preconceitos que já estão mais do que na hora de ir embora. Evoluímos em tantas maneiras e de tantos modos, mas não conseguimos deixar para trás o pensamento retrógrado. Acha que estou exagerando? Há algum (longo, longo, longo) tempo no Facebook um trecho de texto ficou muito famoso por ser um tapa na cara dos preconceitos incrustados na gente. Resolvi trazer essa belezura de volta à vida porque é realmente incrível perceber como estamos inseridos em um cobertor de ideias primitivas. É o seguinte:

Pai e filho sofrem um acidente terrível de carro. Alguém chama a ambulância, mas o pai não resiste e morre no local. O filho é socorrido e levado ao hospital às pressas. Ao chegar no hospital, a pessoa mais competente do centro cirúrgico vê o menino e diz: ‘Não posso operar esse menino! Ele é meu filho!’.” Muita gente achou que era pegadinha, muita gente achou que tinha a ver com religião… Na verdade, é muito mais simples. E óbvio. Quer saber a resposta? Clique aqui.

Pois é…

Depois disso, venho te dizer algo que, talvez, seja surpresa pra você: Se você acredita na equidade dos gêneros, você também é feminista! Incrível, né? A poluição de informação que temos na Internet é pesada, e por isso uso desse espaço pra deixar bem claro que o feminismo é isso sim: respeito à igualdade de direitos. É deixar que a mulher escolha ser quem ela quer ser, onde e como ela quiser! Nada dessas baboseiras monstruosas que algumas pessoas fazem parecer.

Pra não cansar os olhinhos de ninguém, encerro minha mensagem aqui, esperando de coração que ela se propague até cada um de vocês e além. Aproveitem as listas que criei sobre mulheres incríveis, reais ou fictícias, que devem nos inspirar sempre, seja lá o gênero com o qual você melhor se identifique!

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imagem retirada de http://vergecampus.com/2015/03/99-life-giving-girl-power-gifs/

5 personagens femininas fortes

01) Molly Weasley, de J. K. Rowling (saga Harry Potter). Por diversas vezes vi a profundidade do seu caráter fictício ser colocado em segundo plano, mas hoje é dia de exaltar essa mulher que trouxe valores tão reais para uma obra eterna. Molly é, basicamente, a representação do amor materno e de como ele se transforma em alicerce para parte da força feminina. Ao mesmo tempo que segura as dores (dela e do mundo) e se desfaz em mil para cuidar de tudo (e todos), luta pela bondade e pela união familiar. Sua importância na obra é gigantesca, e é ainda maior quando projetada no mundo real ,já que acolheu a muitos de nós, leitores, em seus braços protetores.

02) Tereza, de Milan Kundera (A Insustentável Leveza do Ser). Tereza não pode ser descrita com outra palavra senão intensidade, em todos os jeitos. Em uma teia de contradições (que a tornam ainda mais interessante), seus traumas e suas dores formam uma figura extremamente humana. Enquanto vagueia e busca a profundidade, Tereza ilumina nossos olhos com verdades escancaradas e é ousada o suficiente para sentir demais.

03) Fräulein Elza, de Mário de Andrade (Amar, Verbo Intrasitivo). Mesmo que tenha origem alemã, Elza é uma personagem emblemática e instigante, com sua grande importância para a nossa literatura, criada aos modos de Mário de Andrade por meio de metáforas que mexem com a nossa imaginação. Todo seu percurso reforça sua pontualidade e rigidez, marcando ainda mais sua classe, que nunca deixa de existir ainda que nos momentos mais ousados. Gosto de pensar que Elza representa a parte livre de finais (e meios) perfeitos e é solta de todo e qualquer tradicionalismo. É a liberdade e independência que, talvez, nunca seja alcançada.

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