A versão que não te contaram sobre a TV nos anos 90

Se você já está passando dos 30 anos de idade ou chegando aos 40, é certo que passou a maior parte da adolescência vivendo numa bolha de ilusão e fantasia chamada anos 1990. Esta década foi marcante para uma geração que agora vê um mundo cheio de facilidades, com a internet alcançando todos os aparelhos e aspectos possíveis. Hoje, os smartphones são quase onipresentes e geram milhares de novos negócios todos os dias. Os adolescentes já não assistem mais televisão e pouco se relacionam com o mundo adulto. Mas nem sempre foi assim.

Nos anos 1990, informações importantes como a Reunificação Alemã ou a Dissolução da União Soviética chegavam com impacto aos olhos e ouvidos dos adolescentes – não mastigadas através de um vídeo espertinho do You Tuber do momento, mas pela música horripilante do plantão da TV Globo e, posteriormente, na voz radiofônica de Cid Moreira, o clássico apresentador do Jornal Nacional. Era muito comum para aquela geração de crianças e adolescentes passar horas e horas em frente ao “rádio com imagens” e sua programação produzida e padronizada por adultos: desde “TV Colosso”, passando por “Carrossel” até “Programa Livre” com Serginho Groisman ou “Topa Tudo por Dinheiro” com Sílvio Santos.

Não existia essa de interatividade! Se você gostasse de determinado programa, era preciso aguardar pela exata hora do dia ou da semana em que seu filme, série, novela ou desenho favorito iriam “ao ar”. Sim, pois as ondas eletromagnéticas que alimentam o aparelho com imagens e sons viajam através do espaço. Não é magia, é tecnologia. E, apesar de o videotape ter sido introduzido no Brasil no final dos anos 1950 pelo apresentador Miele, muitos espetáculos ainda eram televisionados ao vivo, como uma “live” do Facebook.

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