Criatividade, loucura e a questão de sobrevivência

Quando falamos de negócios e criatividade, a primeira ideia que geralmente nos assombra é:

Como posso ser criativo em meio a esse mundo tão competitivo, onde todo mundo já pensou em praticamente tudo?

A resposta para essa cruel indagação está no ponto de vista, pois não se trata apenas de criar algo mirabolante que ninguém criou, e sim de criar soluções para o que já existe, seja nas empresas, nas faculdades  e na vida.

E o que essa indagação e o ponto de vista tem a ver com chamada do texto?

Tudo! Em nossa era, conhecida como pós-modernidade, onde tudo é constituído de liquidez estamos expostos a constantes atualizações, mudanças e tudo isso demanda criatividade: Seja para criar soluções que possam contemplar nossas necessidades ou para se adaptar as demandas do mercado.

Queira você ou não, essa capacidade criativa necessária atualmente está ligada de alguma forma a loucura.

Sim, essa senhora que foi condenada e vítima de inúmeros preconceitos ao longo da história (Basta ver como pessoas que pensavam fora da caixinha foram execradas em seu tempo) está diretamente relacionada com o que as organizações procuram em nós, profissionais excelentes: Mais que diplomas e belos currículos, criatividade para lidar com as adversidades.

Prova de que não estou completamente louco falando isso, existem estudiosos que corroboram dessa visão, além de caracterizar a criatividade e a loucura dentro de uma linha tênue, que ao longo do tempo é fundamental para a sobrevivência de nossa espécie.

Ou seja, chegamos aonde chegamos porque chegamos criativa e loucamente! 

Deixando de lado a questão de espécie da coisa, olhemos para o ambiente empresarial:

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