Dia 12, e aí?

“Então o Senhor declarou: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda”. Gênesis 2.18

Após Deus criar o homem, viu que seria bom alguém que o acompanhasse, alguém que o ajudasse, que estivesse ao lado para compartilhar a vida, a vida inteira.

Nós vivemos na época do desapego, do “eu não preciso de alguém pra ser feliz/ eu sou livre/ não quero compromisso/ casar pra que?/ que bobagem namorar, vamos ficar e ver no que dá (…)” e mais aquelas desculpas que a gente sabe…

Sim, acredito que sejam desculpas, ao menos na maioria das vezes. Realmente não precisamos de ninguém pra que sejamos plenamente felizes, mas compartilhar a nossa felicidade com outra pessoa é mágico, ser livre ao lado de alguém é possível, é ter tantos outros lugares pra ir e escolher aquele abraço pra morar, é ter tantas outras companhias pra sair, mas escolher aquela pessoa que faz o role valer a pena. Assumir um compromisso não é como assinar os termos de uso sem ler, mas saber como aquela pessoa é e ainda assim escolher dividir com ela mais do que a senha da Netflix, mas a vida, o futuro, é ter propósitos. Que nós cristãos, temos como algo primordial em um relacionamento. Um namoro que visa um casamento, que busca uma relação de vida inteira, que não se apega ao “ficar”, mas fica pra sempre. É disso que eu tô falando: de alguém que chega e fica.

Você pode estar lendo e achando piegas, um big clichê mas eu acredito, sabe? Acredito que vale a pena orar por alguém e investir num relacionamento, acredito na força de um amor puro, aquele lá de 1 Coríntios 13: que é paciente, bondoso, não inveja, não se vangloria, não se orgulha, não maltrata e nem procura seus próprios interesses, não se ira facilmente e nem guarda rancor, se alegra com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

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