Que ano! #EspecialQG

Dois mil e dezesseis: o ano em que tinha tudo para ser só mais um daqueles em que a gente olha para trás e diz “Mas já? Nem vi nada acontecer”. Quem dera, em alguns momentos, podermos apagar. Que bom que somos capazes de vários outros na memória poder guardar.

Foi com medo. De errar, de apressar, de ter que voltar, de não dar conta, de desistir, de não ser como eu imaginei. Nunca é. Às vezes decepciona, às vezes é bem melhor do que a gente sonha. E está aí a graça de viver tudo isso, de se jogar e acreditar em algo que a maioria das pessoas não dão a mínima. Esse ano eu fui felicidade, fui realização, gratidão, saudade e também decepção – faz parte. Fui principalmente construção, de coisas que já viviam comigo há anos.

Nos últimos 365 dias eu vi tristeza, vi tragédias, chegadas e partidas. Vi sorrisos, momentos compartilhados, sintonia que parecia ensaiada. Eu vi sonhos se realizando diante dos meus olhos. Mas, acima de qualquer coisa, eu vi mudança. Vi amadurecimento, crescimento de sementes que foram plantadas há muito tempo – e aprendi que cada coisa tem seu momento. Sabe quando você olha pra trás e pensa “nem acredito que isso está acontecendo”?

2016 foi a realização de tantos momentos passados e repassados na cabeça. Que, aliás, não foram como no roteiro. Ainda bem – ficamos abertos a tantas melhores possibilidades quando desapegamos de uma verdade que nós mesmos criamos e julgamos ser absoluta.

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