Ser gente grande

Dizer “tchau” nunca foi uma tarefa muito fácil, assim como ficar em um mesmo lugar por muito tempo também não. Sou desse tipo de pessoa contraditória mesmo. E que no fundinho até gosta de sentir falta, porque sabe que tudo o que é demais acaba enjoando muito fácil.

Aquela que tem a mente desapegada e que sonha longe, mas o coração ligado demais com quem ama para não se importar com a distância. Ainda assim, só com ela aprendeu o valor das amizades e da relação com a família.

Quando somos pequenos, o que mais queremos é sair da casa dos pais e tomar conta do próprio nariz. Eu sonhei com os 15 anos. Com os 18. E com quase 21 finalmente aprendi que nem tudo é como nos filmes norte americanos. Aliás, quase nada é. Mas isso também não significa que não seja uma experiência incrível. Depende de como vamos encarar.

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