Uma Taça de Vinho Por Favor

Das bebidas, o vinho.

Não que ela se assemelhe às aguardentes, não por sê-la grande vilã como dizem alguns e a tomam de culpada por alcoolismo dos padres, aliás todas e quaisquer delas, as bebidas, sorvidas com requinte em conversas gostosas, em rodadas com os amigos, seja em reuniões informais e até mesmo em refeições diárias como cálice recomendado, no altar da igreja pelo sacerdote em reverência ao sangue de Cristo, podem ser até mesmo benéficas, mas vale ressaltar àqueles que tem em seu DNA a destemperada vontade em mergulhar em tonéis. Calma, de maneira nenhuma estou a fazer pilhérias ao problema do alcoolismo, apenas trocadilhei. Este é um mal social e deve ser olhado e tratado como deve ser.
Falo do vinho por ser o néctar dos Deuses e por sê-lo, é um dos produtos brasileiros que tem se destacado internacionalmente participando e concorrendo com alguns já firmados nomes, mas o brasileiro tem o hábito da inovação ele é o quinto maior produtor do hemisfério sul, agregando qualidade e sabor, o nosso produto abriu caminho e vem se firmando lá fora.
Particularmente inócua às bebidas, abro uma exceção ao vinho cujo sabor e benesses muito me atrai.
Também o fato de acompanhar o crescimento no mercado desta nossa moeda agrícola, tenho atração ao artesanal, ao que vai da semente ao produto final, os seus caminhos percorridos, as histórias envolvidas em sua fazedura, desde o toque na garrafa à sua desnudez interior.
O vinho proporciona o glamour ao ambiente, provavelmente por suas notas, por sua cor e por seu cheiro acasalador.
Saldemos então esta iguaria citada em livros sagrados, estudada a exaustão e talvez tenha sido fabricada inclusive nos primórdios da humanidade como na Idade da Pedra onde acharam indícios de viticultura.

Continue lendo em Faroeste Literário

Comnetários

comments

Deixe uma resposta