Um espaço para aprender – e criar – kanji

Eu comecei a estudar japonês por causa dos ideogramas (kanji). Eu amo kanji. Também amo museus. Então, quando eu soube que foi inaugurado o 漢字ミュージアム (Museu do Kanji) em Quioto, no Japão, eu quase surtei! Fiquei ansiosa para conhecê-lo! Aproveitei que ia participar de um evento acadêmico em Kobe, que fica a cerca de uma hora e vinte minutos de distância (de trem), e, como no primeiro dia de congresso só haveria uma cerimônia de abertura à noite, aproveitei o dia para dar uma “chegada” lá. Valeu a pena!DSCN0607

Ele me pareceu bem moderno e discreto. Ah, também estava cheio de crianças. Não me refiro a grupos escolares, não: eram mães/avós/tias acompanhando os pequenos em plena quinta-feira de muito movimento. Muitos estrangeiros do lado de fora – afinal de contas, o museu fica em um dos principais pontos de interesse turístico em Quioto – e a “diferentona” aqui parecia mais uma das crianças.  Por que é que elas estavam tão agitadas? Depois eu descobri o motivo.

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O museu é totalmente interativo! Nesta mesa, por exemplo, você toca o ideograma e ele se desloca até a lápide, para o sobrepor à imagem que corresponde a sua origem. Muito legal!

Bem na entrada, fica exposto também o kanji do ano anterior, anunciado pela Associação Japonesa de Proficiência em Kanji (日本漢字能力検定協会 Nihon Kanji Nôryoku Kentei Kyôkai). Escrevemos sobre o kanji de 2014 em um post anterior. Nas laterais, os kanji escolhidos nos outros anos (à esquerda de quem observa)  e os vinte mais votados do ano anterior (à direita).

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