Um dia em Petrópolis, a Cidade Imperial

Olááá! Tudo bem? Como no dia 16 de março foi o dia do aniversário da fundação de Petrópolis, o post de hoje é sobre a Cidade Imperial. Fizemos um bate e volta a Petrópolis em fevereiro e, em breve, publicarei posts específicos sobre algumas das atrações que visitamos. Entretanto, nesta publicação vou falar como foi o nosso roteiro pela cidade e um pouco da história desse local tão interessante. Vamos lá?

Petrópolis é um município da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. Ele está localizado a 68 Km da capital.
Seu nome é em homenagem ao seu fundador, D. Pedro II (Petrus + Polis). Acho que já dá para imaginar o motivo de Petrópolis ser conhecida como Cidade Imperial, né? Na verdade, ela era a rota preferida de D. Pedro II para seus momentos de lazer e repouso.

Um pouco da história de Petrópolis

A região onde está Petrópolis era habitada por índios. Com a descoberta de ouro em Minas Gerais, foi aberto um caminho novo para as minas, que passava por Petrópolis. Então, começou a ocupação do local por pessoas que não eram índios.
Em 1822, o imperador D. Pedro I estava seguindo para Minas Gerais pelo Caminho do Ouro. Durante uma parada, ficou encantado com a região. D. Pedro II, seu filho, em 1843, assinou um decreto determinando o assentamento de uma povoação e a construção de um palácio de verão. Esse palácio hoje abriga o Museu Imperial.
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O local só foi elevado à categoria de cidade em 1857.

Nosso roteiro em Petrópolis

Fomos de ônibus a partir da Rodoviária Novo Rio. Chegamos a Petrópolis uma hora e meia depois. A rodoviária da cidade agora está em Bingen. Logo, tivemos que pegar um ônibus urbano para chegar até o Centro.
A intenção era começar pelo Museu Imperial e depois seguir para as outras atrações. No entanto, o Museu só abriria às 11 horas e ainda eram 9h30m. Sendo assim, caminhamos alguns poucos metros e chegamos à Catedral de São Pedro de Alcântara.
Essa Catedral abriga, em seu interior, o Mausoléu Imperial. Nesse local, estão os restos mortais de Dom Pedro II. Como estava no momento de missa, não pudemos ver o Mausoléu. Então, ficamos só observando o lado externo mesmo.
Petrópolis - Cidade Imperial
Um ângulo da Catedral de São Pedro de Alcântara
Seguimos pela rua em frente à Catedral e chegamos à Praça da Liberdade. Lá encontramos um serviço de informações turísticas que estava funcionando (o que havia perto do Museu Imperial estava fechado). Com isso, conseguimos pegar um mapa da cidade.
Em seguida, fomos à Casa de Santos Dumont, bem próxima à praça. A casa foi projetada pelo próprio e é conhecida como “Encantada”. Atualmente, ela é um museu dedicado ao inventor.

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